Eu Quero amar cada dia mais.
Eu Quero me fortalecer cada dia mais.
Eu Quero aprender cada dia mais.
Eu Quero ela cada dia mais.
Eu Quero sentir cada dia mais.
Eu Quero viver cada dia mais.
Eu Quero me libertar cada dia mais.
Eu Quero sofrer cada dia menos.
Eu Quero morrer cada dia menos.
Eu Quero brigar cada dia menos.
Eu Quero lamentar cada dia menos.
Eu Quero perder cada dia menos.
Temos a inevitável vontade de escolher o que queremos para nossas vidas, mas nem sempre o que queremos se torna verdade frente frágeis olhos perdidos mergulhados numa realidade infinita.
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Inimigo Imaginário
Tu que persegue meus passos
Apontai as mãos para as trevas e desejai meus fracassos
Vem a mim em noites inquietas
Bebe minha vida e arranca minha glória
Tu que na espreita me espera
Segue com ódio e ataca minha paz sincera
Inútil são os atos de benevolência
Para ti o perdão é mera heresia e não aceitais os meus
Tu que anseia minha guerra
Com olhos de larápia enlaça minha terra
Na escuridão estende vossa mão
Sem dizer que pretendes atacar meu coração
Tu que mandas chuvas, furacões e turbilhões
E pensar que um dia poderia confiar a ti meus milhões
De sonhos puros em águas livres de tubarões
Queres que eu mergulhe e não volte consciente, eu sei
Tu que repousa sobre minha cabeça
Dela faz seu lar enquanto corrói minha crença
Em uma vida simples banhada a amor dourado
Tu premedita meu apocalipse, eu sei
Pois para ti, deus da infelicidade, agora, te digo
Ouça- me e portanto, deixarás aquele que perturba
Libertarás o mal que conduz em ti e espalha em meu corpo
Inútil faz em apontar suas armas espinhosas
Porque possuo armadura forte
Fundida dia a noite
Feita de aço, cobre e ferro nobre
Em meu peito ela reluz divina, como uma mãe protetora
Minhas forças repõe a vida abençoada
Guia meu caminho e clareia vossas sombras
Mira a mim e receberás seu ataque em dobro
Há tempos me preparo para o dia em que enterrarei-te
Vais estar dentro de mim calado e congelado
Nunca vencerás minha Vida...
Apontai as mãos para as trevas e desejai meus fracassos
Vem a mim em noites inquietas
Bebe minha vida e arranca minha glória
Tu que na espreita me espera
Segue com ódio e ataca minha paz sincera
Inútil são os atos de benevolência
Para ti o perdão é mera heresia e não aceitais os meus
Tu que anseia minha guerra
Com olhos de larápia enlaça minha terra
Na escuridão estende vossa mão
Sem dizer que pretendes atacar meu coração
Tu que mandas chuvas, furacões e turbilhões
E pensar que um dia poderia confiar a ti meus milhões
De sonhos puros em águas livres de tubarões
Queres que eu mergulhe e não volte consciente, eu sei
Tu que repousa sobre minha cabeça
Dela faz seu lar enquanto corrói minha crença
Em uma vida simples banhada a amor dourado
Tu premedita meu apocalipse, eu sei
Pois para ti, deus da infelicidade, agora, te digo
Ouça- me e portanto, deixarás aquele que perturba
Libertarás o mal que conduz em ti e espalha em meu corpo
Inútil faz em apontar suas armas espinhosas
Porque possuo armadura forte
Fundida dia a noite
Feita de aço, cobre e ferro nobre
Em meu peito ela reluz divina, como uma mãe protetora
Minhas forças repõe a vida abençoada
Guia meu caminho e clareia vossas sombras
Mira a mim e receberás seu ataque em dobro
Há tempos me preparo para o dia em que enterrarei-te
Vais estar dentro de mim calado e congelado
Nunca vencerás minha Vida...
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